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Província Marista Brasil Centro-Norte atua com serviços de educação e evangelização em 15 estados e no Distrito Federal. São 19 colégios e 14 escolas sociais de educação básica nos segmentos educação infantil, ensino fundamental (1 e 2) e ensino médio.

No segmento ensino médio, a instituição atende estudantes dos estados de Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Tocantins e o Distrito Federal. As boas práticas no uso do Sistema Marista de Educação apresentam resultados, ao final do primeiro trimestre do ano letivo de 2016.

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No Colégio Marista Champagnat, em Taguatinga (DF), a professora de Biologia do 1º ano do ensino médio, Gilmara Izabel Sousa de Paula, destaca a participação dos docentes na elaboração dos materiais, que apresentam abordagem sutil e ampla. “Os materiais possibilitam o uso de inúmeras ferramentas para atingir o estudante em relação ao entendimento e à compreensão dos conteúdos”, destaca a docente. Ela lembra, ainda, do trabalho de sensibilização dos estudantes para o uso do material. “O Sistema possibilitou transformar os conteúdos em atividades interdisciplinares e multidisciplinares”, ratifica Gilmara. A estudante Camila Ribeiro, que cursa o 1º ano do ensino médio na unidade educacional no Distrito Federal, considera o material atrativo, os conteúdos diversificados e diferente de tudo que já viu. “Sinto vontade de pegar o material, estudar e revisar os conteúdos”, declara a adolescente.

Em Uberaba (MG), os  estudantes do Colégio Marista Diocesano afirmam que o material foi bem aceito, por ter conteúdo completo e rico em detalhes. “Tem número grande de imagens e exemplos para que os estudantes entendam sem dificuldade; acaba servindo de complemento à aula do professor”, disse João Victor Maluf, estudante do 1º ano do ensino médio. Para ele, os materiais são atrativos, pois além dos livros didáticos, tem o espaço virtual, o banco de redação, a organização do material por módulos, conteúdos impressos e digitais e simulados, além do foco maior no Enem e nos vestibulares.

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A diretora Renata Freire, à frente da gestão do Colégio Marista Diocesano, enfatiza que o Sistema Marista de Educação consiste em grande conquista para a rede de ensino. “Na avaliação do corpo docente, de um modo geral, a abordagem dos conteúdos é rica e contextualizada. Possibilita ao estudante o diálogo entre conhecimento e vida, princípio do projeto educativo do Brasil Marista”, afirma a gestora. A partir do uso do Sistema, o Colégio já realizou formações continuadas para os professores do ensino médio, com apoio de profissional da FTD Educação da área de tecnologia, que prestou orientações no uso da plataforma do SME.

Stephanie Galdêncio Neves estuda no Colégio Marista Pio X, em João Pessoa (PB), desde os nove anos, quando se matriculou para cursar o 1º ano do ensino fundamental. Hoje, no 1º ano do ensino médio, ela aponta como ponto positivo do Sistema Marista de Educação a praticidade e modernidade. “No site da FTD tem explicações e vários exercícios”, relata a estudante. Luan Coelho Vieira, que também cursa o 1º ano do ensino médio, no mesmo Colégio, diz que a divisão dos conteúdos em fascículos torna o Sistema didático e as atividades propostas dialogam com o que é cobrado nas avaliações do Enem. “A interdisciplinaridade é bem abordada”, relembra o jovem.

O diretor do Colégio Marista de Natal (RN), Ir. José de Assis Elias de Brito, ressalta que a gênese do Sistema Marista de Educação está em 2010, quando a Província analisava o mercado em diálogo com a UMBRASIL, para entender o que existia, e buscava o posicionamento institucional estratégico. “Neste momento, enfrentamos o desafio do uso das novas tecnologias, em relação a formação direta dos educadores e, até mesmo, em relação aos educandos, no que se trata de formar para fazer uso, de fato, do ambiente que acompanha o sistema, que é a plataforma, com os objetos digitais”, enfatiza o gestor.

Para ele, um dos primeiros avanços percebidos na construção do SME foi o movimento criado dentro das Províncias do Brasil Marista, entre professores, para produção de um sistema com as características do Projeto Educativo e das Matrizes Curriculares do Brasil Marista. “Quando começamos a formar os professores, para a produção das matrizes, tínhamos o desejo de dar continuidade ao processo de conhecimento, por meio da sistematização de uma série de outras soluções educacionais”, destaca o diretor.

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