Case_Júlia_Imprensa

Foto: Colégio Marista Uberaba/MG

A arte, quando trabalhada com empenho e dedicação, pode mudar a vida de uma criança. Assim aconteceu com a estudante do Colégio Marista Diocesano, em Uberaba (MG), Julia Nobre Perez. Ela, há sete anos, deu início à vida acadêmica na instituição e adquiriu o gosto pela dança e pelo teatro durante as atividades no colégio.

Júlia, atualmente com 14 anos e aluna do 9º ano do Ensino Fundamental II, nasceu em Uberaba, MG, mas ainda bebê se mudou para Cuiabá (MT). Em 2008, a família retornou para a cidade mineira e Júlia foi matriculada no Marista no 2º ano do Ensino Fundamental I. Desde o início, ela se envolveu com as atividades desenvolvidas pelo Setor de Arte e Cultura do Marista (SEAC). Júlia é aluna de Circo desde a primeira aula no colégio. Depois disso, passou a participar de grande parte das atividades desenvolvidas pelo setor, como o teatro e o jazz.

A experiência na dança foi marcante para Júlia, que já obteve sucesso em um dos primeiros concursos em que participou com o grupo de jazz do Marista Diocesano. As alunas conquistaram o 3º lugar na categoria Juvenil Jazz, no 6º Festival “Dança Uberaba”. O evento contou com a participação de cerca de 60 grupos de dança da cidade e de cidades da região, com competições em diversas categorias. Para Júlia, essa conquista foi resultado de um grupo unido, que está junto desde o início. “Crescemos juntas e recebemos todo apoio da professora de jazz, Fernanda Tannús”, declara a estudante.

No entanto, as conquistas não param por aí. Júlia também tem participação efetiva nas aulas de teatro e conta com a dedicação e amizade do professor Mayron Engel. Sua primeira apresentação teatral foi marcante. Esteve em cena, durante as comemorações dos 110 anos do Marista Diocesano, com o espetáculo “Viagem pelo tempo Marista”. A peça conta a história dos irmãos Marcelino, Maria e Eduarda, que embarcam em uma viagem pelo tempo, descobrindo os caminhos do surgimento dos Irmãos Maristas no mundo, no Brasil e em Uberaba, além de suas influências, dificuldades e tradições.

Depois dessa peça, muitas outras foram encenadas. A última, “Alice através do tempo”, recebeu três premiações no Mínima Cena – Mostra SESI de Cenas Curtas, sendo a de melhor direção, melhor figurino e 3º lugar na categoria melhor cena. A Mostra contou com a participação de 20 grupos teatrais.

Júlia comenta que o trabalho artístico, desenvolvido no Marista Diocesano, tem sido muito importante para a vida pessoal e muito decisivo para a escolha da profissão. Desde pequena, ela sempre foi muito tímida e com a participação no teatro e no jazz adquiriu mais confiança e autoestima. Além disso, tem certeza do caminho profissional que pretende seguir. “Quero estudar Artes Cênicas e Pedagogia”, disse ela.

A profissão de atriz me dará a oportunidade de mostrar para a sociedade, através da arte, o que está errado e assim conseguirei transmitir o recado que quero dar. Para o futuro também quero trabalhar com a arte nas escolas. É isso que quero para a minha vida”, finaliza Júlia.

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