Estudantes, do Colégio Marista Dom Silvério (MG), em visita à Órbi, primeira acelera-dora de conexões do Brasil. A visita faz parte do projeto LINK, em parceria com a Dom Cabral. Foto: Colégio Marista Dom Silvério

Nem parece que estamos na reta final do ano letivo de 2019, devido às inúmeras atividades que as Unidades Socioeducacioanais estão realizando. No Colégio Marista de Maceió (AL), por exemplo, o mês foi de descoberta de um plástico biodegradável, apresentando durante a Bienal Internacional do Livro de Alagoas, na área temática Experimental AL 2019, no início do mês. Feito de banana verde, glicerina, vinagre e água, o plástico biodegradável está repercutindo no meio acadêmico do Estado. A experiência, desenvolvida por cinco alunos, do 2º ano, do Ensino Médio, vem sendo trabalhada e aperfeiçoada há cinco meses, quando os alunos iniciaram os testes para a Feira de Empreendedorismo Marista 2019. A inovação também é parte das atividades do Colégio Marista Dom Silvério, de Belo Horizonte (MG). Na última semana, os alunos – que participaram do projeto LINK (Leadership, Innovation, Network, Knowledge), programa de educação empreendedora, em parceria com a Fundação Dom Cabral, visitaram a Órbi, primeira aceleradora de conexões do Brasil. Sendo um espaço de fomento à inovação e ao empreendedorismo, a Órbi tem como principal objetivo conectar pessoas e desenvolver negócios entre startups e grandes empresas.

Aprendizado in loco

Experiências em campo também fazem parte do mundo marista. Seguindo esta linha, os alunos dos sétimos anos, do Colégio Marista de Colatina (ES), viajaram para Balneário de Mar Azul, na cidade de Aracruz, para uma aula de campo sobre biologia marinha. Os alunos puderam observar os animais em seu habitat natural, durante caminhada pela praia, onde foram coletados, fotografados e devolvidos à natureza. Na ocasião, à tarde, a cultura indígena se fez presente. Um diálogo com o líder da Aldeia Tematika se realizou antes do passeio por trilha ecológica, conduzido pelos índios da Aldeia. No Colégio Marista Nossa Senhora da Penha, de Vila Velha (ES), a viagem pedagógica foi para São Paulo (SP). Os estudantes do 5º ano visitaram o Museu do Futebol, o Aquário de São Paulo e a Kidzânia, cidade fictícia em que os alunos brincaram de trabalhar, aprendendo o valor do trabalho e como lidar com o dinheiro.

Cobras? Como assim?

Se o colégio não vai a campo, o campo vai até o colégio. Foi assim com o projeto Bichonário, do Colégio Marista Patos de Minas (MG). Os alunos dos primeiros anos, do Ensino Fundamental, receberam a palestra do Sr. Clênio, pai do estudante Arthur Vida, que trouxe três cobras domesticadas originárias, dos Estados Unidos. Ele explicou que as espécies, não venenosas, foram criadas em laboratório, com o objetivo de combater a infestação de ratos nas plantações. As crianças foram orientadas sobre os riscos e cuidados com outros tipos de cobras e como proceder, caso as encontrem. Foi um momento repleto de curiosidades e descobertas.

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