Encontro com escritora (1)

Estudantes do Maristinha conversam com a autora da coleção Diário de Pilar

A Biblioteca São Marcelino Champagnat recebeu a visita da escritora Flávia Lins e Silva para um bate-papo e uma sessão de autógrafos com os estudantes dos 4º ano do Ensino Fundamental. E ela não veio sozinha, sua companheira de estrada também estava presente, a boneca Pilar, personagem principal da Coleção Diário de Pilar. A boneca percorre o mundo em aventuras, sempre ao lado do amigo Breno e do gato Samba, que viajam em uma rede mágica e conhecem diferentes lugares e culturas.

Os estudantes leram o livro O diário de Pilar da África, e realizaram um trabalho interdisciplinar. Além da disciplina de Português, o conteúdo também foi visto em História e Ensino Religioso. “A leitura despertou o interesse pelos outros livros da coleção (Diário de Pilar na Grécia, no Egito, na Amazônia e em Machu Picchu) e a procura na biblioteca é enorme”, comenta a bibliotecária Clarissa Assis. Na conversa com os alunos, a escritora respondeu a várias dúvidas e ouviu sugestões para histórias futuras. Ela contou que antes de escrever cada livro, faz várias pesquisas sobre o país, a região e a sua cultura. “Essa troca com o leitor que acabou de viajar na obra é muito boa, com mil perguntas a fazer. Eu adoro saber o que eles estão pensando”, destaca Flávia.

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A autora carioca tem mais de dez livros infanto-juvenis publicados e também escreve roteiros para cinema e televisão. Ela foi uma das roteiristas de novelas como Caça Talentos e Sítio do Picapau Amarelo, da Rede Globo. Atualmente, escreve episódios do programa Detetives do prédio azul, exibido no canal infantil Gloob. “Tenho grande prazer em escrever para crianças. Elas têm uma mente muito aberta, são muito curiosas e querem saber de tudo, acho que também sou assim”, explica a escritora. Para os estudantes, o contato com a autora foi emocionante.  “É muito legal encontrar com a pessoa que escreveu um livro tão interessante, é muito bom vê-la olho no olho. A obra de que mais gostei foi Pilar no Egito”, disse Luiza Lopes. “Quando eu li pela primeira vez, eu já quis conhecer a escritora, mas como ela mora no Rio de Janeiro, achei que seria difícil vê-la pessoalmente. Daí, quando minha professora disse que iríamos conhecê-la, eu fiquei muito feliz”, completa a colega Alice Marques.

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