No próximo sábado, 18 de abril, os Maristas celebrarão os 21 anos da Canonização de São Marcelinho Champagnat. O fundador do Instituto Marista foi considerado santo, perante a Igreja Católica, em 18 de abril de 1999.

O milagre para a conclusão do processo de canonização foi a comprovação da cura súbita e imprevisível do Ir. Heriberto (Heinrich Gerhard Weber), em 1976, no Uruguai, diagnosticado com neoplasia com metástase nos pulmões.

Declarado beato em 1955, pelo papa Pio XII, dois outros milagres já eram atribuídos a São Marcelino Champagnat. O primeiro foi a cura de tumor maligno que acometeu a senhora Georgina Grondin, nos Estados Unidos, em 1939; o segundo, a plena restauração da saúde do senhor João Ranaivo, em Madagascar no ano de 1941, que padecia de meningite cérebro-espinhal.

Na homilia de canonização, o Santo Padre João Paulo II declarou que São Marcelino Champagnat “anunciava o Evangelho com coração totalmente ardente. Foi sensível às necessidades espirituais e educativas da sua época, sobretudo a ignorância religiosa e as situações de abandono vividas em particular pela juventude”.

Nas palavras de João Paulo II, o “Padre Champagnat é também um modelo para os pais e os educadores, ajudando-os a ter plena esperança nos jovens, a amá-los com um amor total que favoreça uma verdadeira formação humana, moral e espiritual”.

Essa semana, os Maristas estão em festa, pela celebração da data. A celebração nos remete ao sentido a missão marista, de tornar Jesus Cristo conhecido e amado, entre as crianças, adolescentes e jovens e de educar por meio da educação.

Mais informações sobre o processo de canonização de Champagnat estão disponíveis no site do Instituto Marista. Clique aqui para obter mais informações.

Saiba mais

Antigamente, somente o Papa podia iniciar uma causa de canonização, e isso era feito depois de um longo e trabalhoso caminho. Nenhum passo podia ser dado sem a devida permissão e orientação da Santa Sé. Hoje, são os bispos que tem a autoridade para iniciar a causa, se a julgarem conveniente.

Assim, em qualquer diocese do mundo, seu bispo pode dar início a uma causa de canonização. O que permanece igual, tanto antigamente como hoje, após a reforma de 1983, é que a causa só pode ser iniciada se tiver sólido fundamento. Isso quer dizer que deve haver reais indícios de que a pessoa era santa.

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