A fraternidade, proposta pelo tema do VI Capítulo Provincial, segue sendo vivida pelos Irmãos Capitulares, que estão reunidos em Mendes (RJ), até o dia 14 de dezembro, para eleger o novo Conselho e as prioridades que orientarão a Província Marista Brasil Centro-Norte (PMBCN) nos próximos três anos. Ir. Ernesto Sánchez, superior-geral do Instituto Marista, e presente no Capítulo, exortou os participantes, na manhã desta quarta-feira (12/12), para serem corajosos e prosseguir com a missão de eleger os líderes que, juntamente ao Irmão Provincial, estarão a serviço dos Irmãos, leigos, colaboradores e dos sujeitos da missão.

Segundo Ir. Ernesto, o melhor presente que se pode dar a um Provincial é o melhor Conselho para prestar os melhores serviços para a Província. “Obrigado, Ir. Ataide, pelo seu sim, por aceitar conduzir esta obra por mais três anos. E obrigado, Irmãos, por abraçarem juntos este desafio de indicar os passos para o futuro dessa obra. O Capítulo é o momento para descobrir, juntos, o sonho de Deus para nós, para permitir nascer o que temos que deixar morrer e não deve continuar. Espero que, como província, vocês possam ver o privilégio desse momento que vivemos no Instituto e, também, o compromisso que temos que assumir. Como no caso de Maria, somente de contarmos com um coração livre e ardente, seremos capazes de acolher a novidade de avançar e de deixar morrer o que não nos serve mais”, afirmou o superior-geral aos Capitulares.

Recordando, sempre, a fraternidade como a junção de forças entre os Irmãos e leigos, Ir. Ernesto relembrou da necessidade de os corações estarem cheios de Deus, para prosseguir firmes no propósito de tornar Jesus conhecido e amado. “A partir da escuta realizada a vocês, no processo de escolha do provincial, quatro pontos se destacaram como forças dessa Província. Primeiramente, a vitalidade, a entrega, a presença e o valor de Irmãos jovens. Em segundo, a vitalidade da missão, as obras educativas, a qualidade pedagógica, o processo pastoral e evangelizador, o compromisso apostólico. Em terceiro, a animação vocacional, que mostra dinamismo. Por fim, a relação entre Irmãos e leigos e o trabalho conjunto desenvolvido”, pontuou o Ir. Ernesto. Por fim, o superior-geral destacou que todos os Irmãos e leigos devem se sentir tocados pelos chamados do XXII Capítulo. “Não deixemos de nos questionar, que deseja Deus que sejamos e que façamos? Penso que este seja o questionamento para o discernimento e aprofundamento deste Capítulo”, finalizou o superior-geral.

 

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