Dia da Poesia na Educação Infantil

 

O Dia da Poesia foi comemorado, na última sexta-feira (14), com muita criatividade e diversão pelos educandos da Educação Infantil do Colégio Marista de Natal. No Cantinho da Alegria, espaço de salas de aula e convivência das crianças do Maternal ao 1º Ano do Ensino Infantil Anos Iniciais, eles recitaram poesias, assistiram a apresentação do professor de Educação Musical Rafael e do professor de Movimento e Corporeidade Lavosier e brincaram à valer.

O Maternal III trouxe a poesia “Amarelinha”, de Majoli, que foi declamada pelas professoras Suzy e Diana e representada pelas crianças em forma de brincadeira, momento em que resgataram, ensinaram e brincaram de amarelinha.

Os alunos do 1º ano EI espalharam bolhas de sabão pelo ar, após as professoras Selma, Áurea, Késsia e Regina recitarem a poesia “Bolhas”, de Cecília Meireles. Já os estudantes do 2º ano EI trabalharam a poesia “Infância”, de Sônia Miranda, que foi apresentada pelas professoras Jucimara, Gislei, Cleitiane e Magda; os alunos lembraram as brincadeiras de criança.

Para finalizar, as turmas do 1º ano EFAI apresentaram a poesia “Gente tem sobrenome”, de Chico Buarque. Um representante de cada turma foi à frente e declamou uma parte da poesia. Os demais, com seus cadernos, acompanharam o colega representante com a mediação das professoras Francisca, Mariinha, Fabiana, Ana e Mariana.

“O Dia da poesia foi trabalhado de forma interdisciplinar com os demais campos de conhecimento. As poesias vinham sendo trabalhadas em sala de aula nas atividades e foram retomadas em forma de sequências didáticas para dar ênfase a presente data, sendo mais um gênero textual ao qual as crianças têm acesso”, disse Jacira Alves, coordenadora pedagógica.

“A poesia tem características como a música que despertam o interesse das crianças e por isso contribuem para uma aprendizagem significativa. Consideramos ser um positivo momento vivenciado, uma vez que é um ótimo recurso para aumentar o universo cultural das crianças e desenvolver a oralidade, mesmo daquelas que ainda não sabem ler convencionalmente”, acrescentou Niane Oliveira, orientadora educacional da Educação Infantil.

 

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