“Prometo tudo fazer para preservar o cunho liberal e humanista da profissao de Bibliotecario, fundamentado na liberdade de investigacao cientifica e na dignidade da pessoa humana”.
Dedicado à Maria Waléria, bibliotecária, (in memoria).
Mediador, Formador e entusiasta da investigação e da pesquisa, o bibliotecário vem, numa busca incansável pelo acesso de todos à informação, trabalhando para a melhoria contínua do seu modus operandi.
Profissional que prima pela inclusão, ele é aquele que pretende organizar, em um “espaço” seja virtual ou físico, as informações de forma prática, objetivando agilizar o tempo entre a busca e o acesso final à informação desejada.
Pensemos no ciberespaço, lugar de saberes, conflitos, liberdade e dinamicidade informacional. Na sua condição profissional, o bibliotecário do século XXI, mais que organizador de idéias e informações, é o profissional que recebeu, a partir de sua formação acadêmica, subsídios necessários para formar pessoas capazes de lidar, de forma assertiva e autônoma, com o universo informacional, sempre em expansão.
Estamos em plena maturidade profissional e já é hora de comemorarmos nossas conquistas e alçar vôos cada vez mais ousados e atrativos, aproveitando um espaço de trabalho que permite a aceitação de todos os povos, credos e ideologias, em favor do acesso à informação, ao lazer e à cultura para todos.
A data para homenagear o Bibliotecário, 12 de março, é também data de nascimento do Engenheiro Manuel Bastos Tigre, bibliotecário por opção e vocação, considerado o primeiro bibliotecário concursado do Brasil. Foi instituída pelo Decreto nº 84.631, de 12 de abril de 1980 e vigora em território nacional desde então.
Esse artigo é dedicado a uma bibliotecária, cujo trabalho e conquistas constantes, cuja força, carisma e dedicação, nos fez orgulhar do nosso ofíco, da nossa escolha, de nossa missão: Maria Waleria Silva.
Por: Carla Floriana Martins e Rede de Bibliotecas Marista.





